Quando a Chama da Vela Começa a Se Mover

Acender uma vela é como acender um farol para o subconsciente.

Decifrando a Oscilação

Acender uma vela é como acender um farol para o subconsciente. Enquanto a mente consciente se ocupa com a ação prática, camadas mais profundas de nosso ser começam a se comunicar através da linguagem da chama.

E uma das mensagens mais claras e comuns é transmitida quando a chama se recusa a ficar quieta, oscilando, dançando e se contorcendo sem parar. Essa oscilação não é um mero acidente; é um reflexo vívido do seu mundo interior em movimento.

A chama que oscila persistentemente funciona como um diagnósticos energético. Ela revela que, internamente, há uma agitação correspondente.

Pode ser a ansiedade sobre uma decisão pendente, a dúvida que corrói a sua fé, um excesso de pensamentos circulando sem rumo ou emoções que ainda não foram plenamente sentidas ou reconhecidas.

A vela, em sua pureza elementar (fogo alimentado pela cera), torna visível o que a mente ainda não conseguiu silenciar ou organizar.

Em muitas práticas de observação de velas, como na espiritismo ou em alguns rituais de magia cerimonial, uma chama muito oscilante é interpretada como a presença de energia em turbulência, seja do próprio observador, do ambiente ou de forças em interação.

Antes de atribuir a causas externas, porém, o primeiro convite é sempre o autoexame. “O que em mim não está em paz?”.

A próxima vez que você observar uma chama inquieta, resistindo à calma, use isso como um sinal de mindfulness.

Em vez de frustrar-se, pergunte-se: “O que estava passando pela sua cabeça nesse momento?” Identifique o fluxo de pensamentos ou o sentimento súbito que surgiu.

A oscilação é um chamado para a autorregulação, uma dica para praticar uma respiração profunda, ancorar-se no momento presente e reconhecer a turbulência interna sem julgamento.

É a vela mostrando o que precisa ser acalmado

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